Um dia de Turismo em Bicicleta BTT, pela CicloRIA

A Murtosa é naturalmente um destino ciclável, onde tudo é plano e a Cicloria convida-nos a ir pedalar junta à Ria.

A sugestão para ir explorar a Ria de Aveiro, passa por iniciar o dia na Murtosa, mesmo no centro, tomar um cafézinho e provar um doce típico antes de iniciar o passeio (Pastéis Âncora ou Monte Branco). No final do passeio não deixem de visitar o Museu das Conservas da Murtosa (www.comur.com), vale a pena visitar e provar as ditas conservas!

No centro da Murtosa também existe uma Bike Shop, que poderá servir de apoio na falta de algum acessório para realizar o passeio (www.ciclopedal.pt).


Mais do que escrever uma longa crónica, nesta sugestão vamos partilhar imagens que valem mais do que mil palavras.

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Espírito da Volta, em Mondim de Basto

Monte Farinha – Srª da Graça

Fomos até Mondim de Basto para assistir ao final da etapa rainha, da 80ª edição da Volta a Portugal em Bicicleta, a mítica subida ao Monte Farinha – Srª da Graça! Saímos de lá contagiados por todo o espírito da Volta que ali sentimos, fantástico ambiente, respirava-se paixão pelo ciclismo a cada km daquela subida e também na vila de Mondim.

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Não levamos o ciclismo demasiado a sério!

Pedalar é bom, mas parar pelo caminho também faz bem!

Com o calor só fazemos “mini” paragens! 🙂

Gostamos de andar de bicicleta, fazer uns bons km’s, mas às vezes poucos também é o suficiente, conquistar umas subidas duras, mas também sabe bem fazer umas paragens, sejam elas para reabastecer o “atleta” ou simplesmente tirar umas fotos. Andar de bicicleta também nos faz conhecer outras pessoas, seja em eventos ou em voltas casuais. Hoje conhecemos o Bruno a meio da volta.

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à procura de água fresca! #Poços Naturais

Quando o calor aperta, só nos apetece “pedalar” debaixo de água! 🙂

Este trajecto é dedicado ao verão, mas também é uma boa volta noutras épocas do ano, pois tem boas subidas para aquecer! 😉 Vamos pedalar pelas Montanhas Mágicas, à procura de poços naturais para mergulhar nos rios de montanha, mas também atravessar aldeias vivas, conhecer gentes e locais. No final é para recuperar energias à mesa no Restaurante Nova Qualidade, em Campo d’Arca – Arões, local que também recomendamos para o inicio da volta. Continuar a ler “à procura de água fresca! #Poços Naturais”

à procura de água fresca! #Parques Fluviais

Neste verão procura a frescura das Montanhas Mágicas, se possível de bicicleta! 😉

Este ano o verão está tímido, mas quando aparece é bem quente! Nesta publicação sugerimos um percurso, para ir com os amigos, à procura de parques de lazer fluvial, em dois rios do território das Montanhas Mágicas (Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, São Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra), o Rio Caima e o Rio Amarela/Arões.

Rios de Montanha, uma opção natural para aproveitar o verão no interior de Portugal 🇵🇹

…e quando o verão aparecer, atira-te a ele! 😉

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Talking about cycling tours with Ed Laverack #JLT Condor Team

Foi um prazer conhecer este amoroso casal do País de Gales, que estão alojados nas “Casas dos Avós” na aldeia de Trebilhadouro, Vale de Cambra, para praticar ciclismo de estrada na região das Montanhas Mágicas.

It was a pleasure to meet this loving couple from Wales, who is staying at “Casas dos Avós” in the village of Trebilhadouro, Vale de Cambra, to practice cycling in the region.

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Pelas estradas da RAP – um mix das linhas A,M e P

Uma volta dura, pelas estradas da (RAP) Rota da Água e da Pedras das Montanhas Mágicas!

Com partida e chegada no centro da Vila de Arouca, esta volta liga 8 pontos da RAP, um mix das linhas A – Arada, M – Montemuro e P- Paiva.

Uma volta para se fazer com tempo, com alguns amigos, para parar e visitar, como é o caso do primeiro ponto da RAP que encontramos pelo caminho.

A7 – Minas de Rio de Frades. Chegando à aldeia de Rio de Frades, a sugestão é deixar a bicicleta no início do caminho que dá acesso à mina e percorrer a pé os cerca de 250 metros até à entrada da mina, depois é entrar e atravessar!

NOTA: convém levar uma lanterna na mochila, a luz do telemóvel não é suficiente. Continuar a ler “Pelas estradas da RAP – um mix das linhas A,M e P”